domingo, 30 de maio de 2010

"Toda a terra devia ser um grande abraço" - José Martí


Diretoria da ACJMMG comemora os 50 anos do ICAP com direito a bolo e apagar de velas

Com a presença de um público expressivo, foi realizado no ultimo dia 28 de maio o ENCONTRO DOS AMIGOS DE CUBA CONTRA A OFENSIVA M IDIÁTICA, promovido pela Associação Cultural José Marti de Minas Gerais no Espaço Cultural do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de MG. O evento foi preparatório para a 18ª Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, que acontece de 4 a 6 de junho, em Porto Alegre, e reune o movimento brasileiro de solidariedade a Cuba.

No ano em que se comemoram os 50 anos do Instituto Cubano de Amizade entre os Povos (ICAP),
o cientista social e Diretor do Acampamento Internacional Julio Antonio Mella – CIJAM (Brigadas de Solidariedade a Cuba); Juan Carlos Machado Barrios, presente ao encontro falou sobre a trajetória da instituição que trabalha com 2.027 associações de amizade em 147 países, dando mostras de que a defesa da revolução cubana não está só.

Na oportunidade também foi lembrado que em todo o mundo já foram criados 346 comitês em 111 países pela libertação dos cinco cubanos injustamente presos e condenados nos EUA, há doze anos, em um processo arbitrário, sem as garantias necessárias e desrespeitando os direitos fundamentasi de qualquer preso em qualquer lugar do mundo.

Antônio Guerrero, Fernando Gonzalez, Geraldo Hernandez, Ramon Labañino e René González, presos desde setembro de 1998, monitoravam ações terroristas que utilizam o território da Flórida para planificar e executar atividades contra a Ilha. Na ocasião, eles conseguiram evitar 170 atos terroristas planejados contra Cuba.

A questão envolvendo os cinco cubanos foi colocada pelo ex-presidente da ACJMMG, José Vieira, como uma violação aos direitos humanos que deve ser repudiada por todos.
O encontro contou ainda com as presenças dos jornalistas Beto Almeida, diretor da TV Sur e Luiz Carlos Bernardes, o Peninha, da TV Band, que falou da sua experiência como jornalistas e observador das eleições cubanas na década de 90.
Beto Almeida fez uma análise do bloqueio midiático a toda América Latina e seus governos progressistas como os da Venezuela, Bolívia e Equador e conclamou todos a lutarem pela integração latinoamericana como a melhor forma de vencer o bloqueio.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Encontro dos amigos de Cuba contra a agressão Midiática













A Associação Cultural José Martí - MG convida para o ENCONTRO DOS AMIGOS DE CUBA CONTRA AGRESSÃO MIDIÁTICA a realizar-se no dia 28 de maio- sexta-feira, às 19:30 horas na Casa do Jornalista ,à Av.Álvares Cabral,400.





EXPOSIÇÃO E DEBATE


Imprensa Internacional X Revolução Cubana
Análise da recente ofensiva midiática contra Cuba
Expositores:
Jornalista Beto Almeida - TELESUR
Jornalista Luis Carlos Bernardes - TV Bandeirantes

• 50 anos de Luta, Solidariedade e Integração com os Povos: História do Instituto Cubano de Amizade com os Povos - ICAP
Expositor:
Juan Carlos Machado Barrios - ICAP

• Direitos Humanos - Os cinco heróis cubanos presos injustamente nos EUA
Apresentação de vídeo
Expositor:
José Vieira - ACJM-MG

• Informações sobre a XVIII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba em Porto Alegre-RS nos dias 4, 5 e 6 de junho ( Corpus Christi )
Expositora:
Miriam Gontijo - ACJM-MG


domingo, 11 de abril de 2010

Artistas cubanos nos concertos pela Pátria em Havana e Santiago de Cuba


O grupo de música e dança Yoruba Andabo também marcou presença
HAVANA, Cuba, 10 abr (ACN) O famoso trovador Silvio Rodríguez, o escritor e presidente da União de Escritores e Artistas de Cuba Miguel Barnet e a poetisa Nancy Morejón, marcaram com sua presença o início do Concerto pela Pátria, que foi realizado na Tribuna imperialista de Havana, paralelamente à versão do mesmo evento em Santiago de Cuba, no leste da ilha.

Mais de destacados 30 artistas do movimento da Nova Trova, a salsa e o pop cubanos participaram do ato cultural, cujo objetivo era repelir as infundadas acusações de países ocidentais que pretendem censurar Cuba por supostas violações de direitos humanos.

Morejón, poeta, crítica e ensaísta, ganhadora do Prêmio Nacional de Literatura em 2001, declarou perante o público reunido que o evento juntava todos em defesa da nação cubana e sua verdade.

“Assim, manifestamos o nosso amor por nosso país” - salientou, acrescentando: “Estaremos sempre prontos para defendermos com nobreza este ato de fé, por isso apelo à consciência de todos os artistas, intelectuais, pensadores, homens e mulheres de boa vontade para se juntarem a nós na defesa de Cuba e a proteção da raça humana”.

Uma das principais figuras do movimento trovadoresco cubano, o famoso Silvio Rodríguez, se fez uma pergunta retórica, ante o público, que o acolhia com entusiasmo: “Se este governo é tão terrível, donde é que sai gente tão boa?”.

Durante seu discurso, o escritor e etnólogo Miguel Barnet, presidente da UNEAC, leu o poema Pátria, escrito em 1962, durante a crise dos mísseis.

O resta das mais de 30 performances transcorreu no mesmo espírito patriótico e revolucionário. O concerto começou com cerca das 17h00 e durou duas horas e tanto.

Realizado em Santiago de Cuba segundo Concerto pela Pátria

SANTIAGO DE CUBA, Cuba, 10 abr (ACN) Identicamente ao de Havana o Concerto pela Pátria, realizado na cidade oriental de Santiago de Cuba foi marcado por um profundo espírito patriótico e revolucionário.

De acordo com o correspondente local da ACN a praça perante a Cidade escolar “26 de Julho” (antigo quartel Moncada) reuniu cerca de 150 mil habitantes da segunda capital da ilha.

Uma série de renomados artistas da zona leste do país e do próprio Santiago exortaram os presentes a continuarem na defesa de seu país e seus princípios e responderem adequadamente às provocações de fora, estimuladas pelos grandes centros hegemônicos.

O evento começou às 16h00 e contou com a atuação de atores, cantores e orquestras de música popular.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Lula é o cara, Obama é o império



O império de Obama
Lucas de Mendonça Morais
Jornalista-estagiário do Conselho Regional de Psicologia - Minas Gerais
http://lucasmorais.blogspot.com

Após o terremoto, 20 mil soldados das forças armadas estadunidenses foram alocados para o controle militar do Haiti, que possui uma população de 9 milhões de habitantes. Estes se unirão aos 7 mil (e já há previsões para mais alguns milhares) de soldados brasileiros. 70 mil soldados das forças armadas estadunidenses se encontram neste momento no Afeganistão. 120 mil militares permanecem ainda no Iraque. Há militares norte-americanos presentes também no Uruguai, no Chile, na Argentina e no Paraguai. A Quarta Frota dos EUA da Marinha norte-americana foi reativada no mar do caribe e conta com aviões, navios e submarinos contra os povos da América Central e do Sul. O golpe militar orquestrado pelas forças imperialistas estadunidenses em Honduras garantiu a permanência das elites corruptas, entreguistas e anti-povo neste país. Na Colômbia, os EUA lograram conquistar 7 bases militares para combater abertamente as forças populares organizadas deste país, são 7 punhais no coração da América Latina, como bem colocou o camarada Fidel Castro. Em El Salvador e Honduras, mais bases. No Peru também. No Suriname e Guiana Francesa, também. No coração do povo revolucionário de Cuba, Guantánamo, a base militar dos EUA que promoveram uma série de torturas e violências inimagináveis durante o Governo Bush, após a promessa não cumprida de Obama prevista para desligá-la até o fim de 2010, o delírio imperialista segue pleno. Some-se a isto, o Governo Obama quebrou o recorde até então estabelecido por Bush Jr, em que prevê $708 bilhões de dólares para as forças armadas norte-americanas.
O eixo da guerra imperialista estadunidense sob a administração Obama, apesar de não aparecer com tanta clareza, é óbvio: petróleo, controle de riquezas minerais, gasosas e privatização da água. Neste contexto, o controle sob países como Venezuela e Equador (responsáveis por 15% do abastecimento de petróleo estadunidense, a mesma porcentagem com a qual o Oriente médio abastece este país), Irã, Brasil, Honduras e Haiti, fica evidente. A Venezuela sabe muito bem da sua importância como potência petrolífera, bem como do Irã. O Brasil recentemente descobriu gigantescas reservas de petróleo na camada pré-sal, na costa sudeste. E relatórios governamentais recentes revelaram a existência de petróleo no Haiti e Honduras, eis a razão fundamental de tais golpes.
Os EUA, além de um grande contingente de exército, dispõem também de tecnologias capazes de realizar destruições em massa de várias formas. Bombas de hidrogênio, bombas nucleares e, hoje, dispõem de uma arma capaz de manipular o meio-ambiente em favor da destruição militar, a tecnologia HAARP (ver mais em: http://en.wikipedia.org/wiki/Haarp). O Governo Russo, através de sua Marinha, apresentou um relatório de atividades no mar do Caribe e evidenciou que no dia do terremoto no Haiti a marinha norte-americana estava realizando uma bateria de testes submarinos. Coincidência? Hoje os EUA podem facilmente provocar um terremoto ou catástrofes como furacões no coração do Irã, destruir toda sua infra-estrutura, o que facilitaria o controle militar deste país. Esta hipótese não está, de forma alguma, descartada. A tecnologia HAARP permite, inclusive, alterar o comportamento humano com ondas eletromagnéticas que alteram o humor. Isto é apenas o pouco que sabemos.
O grau de desenvolvimento da luta de classes na América Latina está hoje em um nível nunca visto antes. Governos eleitos democraticamente pelas massas, de caráter de esquerda, podem dar este sinal. Entretanto, a resistência ultrapassa e muito as aparências destes governos centro-esquerdistas e conciliatórios. Em Honduras, a Frente Nacional de Resistência une toda a esquerda hondurenha na luta por um governo de democracia revolucionária popular, a partir do estabelecimento de uma constituinte revolucionária. No Haiti, primeira e única colônia escrava a se libertar do colonialismo, o povo começa a se organizar contra a permanência das tropas imperialistas e sub-imperialistas (Brasil). Na Venezuela, vanguarda da revolução latino-americana, o povo se organiza e resiste junto a seu comandante aos ataques das elites articuladas com o imperialismo. Na Bolívia, uma revolução que ainda não ecoa nos grandes meios de comunicação como um processo emancipatório de fundamental importância, mas que coloca a questão do socialismo cada dia mais como uma questão de sobrevivência. E Cuba, neste cenário, resiste como o bastião da emancipação social, mesmo com o bloqueio da economia por parte do imperialismo e dos constantes ataques que sofrem.
Neste contexto, Obama atua como o principal agente do imperialismo estadunidense. Muda-se a face (ou máscara?) – altera-se a face horripilante de Bush por um sorriso digno de propagandas de pastas de dentes estadunidenses – e a estrutura de guerra e ataque à soberania dos povos do mundo se mantém. Todas as promessas (lembra-se? “Yes we can!”) caem por terra. Com sorrisos democráticos e progressistas, o que de fato está ocorrendo é uma ameaça substancial que se evidencia na militarização das relações EUA-América Latina. E o eixo desta relação é a tentativa de derrotar todos os avanços obtidos com a revolução bolivariana que unifica cada vez mais as lutas continentais. As escolhas estão postas sobre a mesa: ou as lutas de resistência se intensificam, ou se intensificarão os ataques imperialistas. A luta de classes não conhece meio termo, empate, contradições não resolvidas. Somente a luta e a resistência dos trabalhadores latino-americanos poderão garantir um futuro emancipado não só para este continente, mas para toda a humanidade.
Lutemos, ousemos lutar!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O Haiti coloca a prova o espirito de cooperação

As notícias que chegam do Haiti configuram o grande caos que era de esperar na situação excepcional criada pela catástrofe.

Surpresa, espanto, comoção nos primeiros instantes, vontades de prestar ajuda imediata nos cantos mais afastados da Terra. O quê enviar e como fazê-lo para um canto do Caribe, desde a China, a Índia, o Vietnã e de outros pontos localizados a dezenas de milhares de quilômetros?

A magnitude do terremoto e da pobreza do país gera nos primeiros instantes idéias de necessidades imaginárias, que dão origem a todo o tipo de promessas possíveis que depois se tenta fazer chegar por qualquer via.

Os cubanos compreendemos que o mais importante nesse instante era salvar vidas, para o qual estávamos treinados não apenas perante catástrofes como essa, mas também contra outras catástrofes naturais relacionadas com a saúde.

Ali estavam centenas de médicos cubanos e, adicionalmente, um bom número de jovens haitianos de origem humilde, convertidos em profissionais da saúde bem treinados, uma tarefa na qual temos cooperado durante muitos anos com esse irmão e vizinho país. Uma parte dos nossos compatriotas estava de férias e outros de origem haitiana treinavam-se ou estudavam em Cuba.

O terremoto ultrapassou qualquer cálculo; as casas humildes de adobe e barro ­­-de uma cidade com quase dois milhões de habitantes­- não podiam resistir. Instalações governamentais sólidas ruíram; quarteirões completos de casas se desmoronaram sobre os moradores, que nessa hora, ao começar a noite, estavam em seus lares e ficaram sepultados debaixo das ruínas, vivos ou mortos. As ruas estavam repletas de pessoas feridas que clamavam por auxílio. A MINUSTAH, força das Nações Unidas, o Governo e a Polícia ficaram sem chefia e sem posto de comando. Nos primeiros instantes a tarefa dessas instituições, com milhares de pessoas, foi saber quem restavam com vida e onde.

A decisão imediata dos nossos abnegados médicos que trabalhavam no Haiti, bem como dos jovens especialistas da saúde formados em Cuba, foi se comunicar entre si, conhecer de sua sorte e saber com que se contava para assistir o povo haitiano naquela tragédia.

Os que estavam de férias em Cuba aprontaram-se logo para partir, assim como os médicos haitianos que se especializavam em nossa Pátria. Outros peritos cubanos em cirurgia que já cumpriram missões difíceis se ofereceram para partir com eles. Basta dizer que antes de 24 horas já nossos médicos tinham atendido centenas de pacientes. Hoje 16 de janeiro, apenas três dias e meio depois da tragédia,
elevava-se a vários milhares o número de pessoas afetadas que tinham sido já auxiliadas por eles.

Em horas do meio-dia de hoje sábado, a chefia de nossa brigada informou entre outros dados os seguintes:
“… realmente resulta louvável aquilo que estão fazendo os companheiros. É uma opinião unânime que, comparativamente, o Paquistão ficou bem por trás ?ali houve outro grande terremoto onde alguns trabalharam?; naquele país muitas das vezes recebiam fraturas inclusive mal consolidadas, alguns esmagamentos, mas aqui tem ultrapassado tudo o imaginável: amputações abundantes, as operações praticamente é preciso fazê-las em público; é a imagem que tinham imaginado de uma guerra.”
“… o hospital Delmas 33 já está funcionando; tem três salões para cirurgias, com geradores elétricos, áreas de consulta etc., porém ficou absolutamente lotado.”
“… Incorporaram-se 12 médicos chilenos, um deles anestesiologista; também oito médicos venezuelanos; nove freiras espanholas; espera-se a incorporação, de um momento para outro, de 18 espanhóis aos quais a ONU e Saúde Pública haitiana lhes tinham entregado o hospital, mas faltavam-lhes recursos de urgência que não tinham podido chegar, portanto decidiram se juntar a nós e começar a trabalhar de imediato.”
“… foram enviados 32 médicos residentes haitianos, seis deles iam partir diretamente para Carrefour, um sítio totalmente devastado. Também viajaram os três times cirúrgicos cubanos que chegaram ontem.”
“… estamos operando as seguintes instalações médicas em Porto Príncipe:
Hospital La Renaissance.
Hospital do Seguro Social.
Hospital da Paz.”
“… já funcionam quatro CDI (Centros de Diagnóstico Integral).”
Nesta informação se transmite apenas uma idéia do que está fazendo no Haiti o pessoal médico cubano e de outros países que trabalham junto com eles, entre os primeiros que chegaram a essa nação. Nosso pessoal está em disposição de cooperar e juntar suas forças com todos os especialistas da saúde que tenham sido enviados para salvar vidas nesse povo irmão. Haiti poderia se tornar um exemplo daquilo que a humanidade pode fazer por si própria. A possibilidade e os meios existem, mas falta a vontade.

Quanto mais tempo se dilatar o enterro ou a incineração dos falecidos, a distribuição de alimentos e outros produtos vitais, os riscos de epidemias e violências sociais se elevarão.
No Haiti se colocará a prova quanto pode durar o espírito de cooperação, antes que prevaleçam o egoísmo, o chauvinismo, os interesses mesquinhos e o desprezo por outras nações.

Uma mudança climática ameaça toda a humanidade. O terremoto de Porto Príncipe, apenas três semanas depois, está nos lembrando a todos quão egoístas e auto-suficientes nos comportamos em Copenhague.

Os países observam de perto todo o que acontece no Haiti. A opinião mundial e os povos serão cada vez mais severos e implacáveis em suas críticas.

Fidel Castro Ruz
16 de janeiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Requisitos para bolsas de estudos em Cuba


1- Ter no máximo 25 anos, comprovados, com fotocópia de certidão de nascimento autenticada.

2- Ter concluído o segundo grau, apresentando o histórico escolar.
3- Não ter impedimentos físicos e mentais que impeçam de exercer as atividades inerentes a sua formação
e posteriormente sua profissão. Apresentar para tanto exames de HIV e gravidez, em caso de mulheres, e atestado médico.

4- Apresentar certidão negativa, devidamente legalizada.

5- Apresentar fotocópia da carteira de identidade.

6- Apresentar passaporte atualizado.

7- 6 fotos (02 de 4×4 y 04 de 2×2).



Todos os documentos devem estar reunidos antecipadamente para serem enviados oportunamente a Embaixada de Cuba,
na data indicada.




Requisitos exigidos pela Associação Cultural José Martí-MG:


1- Os interessados devem solicitar (por e-mail) e preencher uma ficha de inscrição, junto à secretaria da ACJM.

2- Devem se apresentar no dia e hora marcados, para a realização da seleção, com antecedência de 15 minutos, não
sendo admitidos atrasos.

3- A seleção será realizada da seguinte forma:

§Teste psicopedagógico (exames psicológicos, com um psicólogo definido previamente).

§Uma prova escrita de conhecimentos gerais.

§Uma entrevista com membros da diretoria da ACJM.


4-Bibliografia indicada para prova escrita de conhecimentos gerais ( temos os livros na biblioteca da ACJM-MG)


1- Da Guerrilha ao Socialismo. A revolução cubana. Florestan Fernandes. Editora Expressão Popular

2- Martí e as duas América. Pedro Pablo Rodrigues. Editora Expressão Popular

3- América para a humanidade. O americanismo de José Martí. Eugênio Rezende de Carvalho. Editora UFG.

4- 300 perguntas e Respostas sobre Cuba: site http://www.embaixadacuba.org.br/

5- sites para consulta:



http://www.grama.cu/

http://www.cubasocialista.cu/

http://www.cubadebate.cu/

http://www.darvida.sld.cu/

http://www.vermelho.org.br/

http://www.unb.br/ceam/nescuba/

http://soycubasoyminasgerais.blog.com (blog da Associação Cultural José Marti de Minas Gerais- ACJM-MG




O(s) candidato(s) selecionado(s) deve(m) ainda passar por um processo de entrevistas e aplicação de provas
psicopedagógicas com pessoas especializadas enviadas por Cuba, no lugar e data informados posteriormente.


A ACJM-MG informa ainda que somente indica quem está apto a concorrer à bolsa de estudos, cabendo única
e exclusivamente aos especialistas enviados por Cuba, a decisão de quem deverá recebê-la.



Boa sorte a todos.


Associação Cultural José Martí.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Evento comemorativo 50 anos da Prensa Latina e lançamento do Livro "América que não está na mídia"



A América que não está na mídia
O livro A América que não está na mídia, de autoria do jornalista Mário Augusto Jakobskind, Conselheiro da ABI e secretário-geral do SPJERJ (Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro), tem prefácio do jornalista Flavio Tavares e apresentação do coordenador do MST, João Pedro Stédile, além de comentário de Eduardo Galeano.


Será lançado no próximo dia 8 de outubro, em Belo Horizonte, na Casa do Jornalista, às 19 horas, à Avenida Álvares Cabral, 400, e dia 13 de outubro, às 20h30m no restaurante Lamas, RJ,
No próximo 8 de outubro, data histórica para o movimento de solidariedade a Cuba, a Associação Cultural Jose Marti de Minas Gerais, em parceria com o Sindicato dos jornalistas profissionais de Minas Gerais- SJPMG, realiza evento para comemorar os 50 anos da Prensa Latina e da revolução cubana, oportunidade em que estaremos debatendo, na sede do sindicato , a partir das 19hs, o que mudou na cobertura jornalística sobre América Latina, com as presenças do jornalista Mário Augusto Jakobskind, autor do livro "América que não está na Mídia", a ser lançado na ocasião, dos profissionais Luiz Carlos Bernardes ( o Peninha), Dídimo Paiva (ex-editor de Internacional do jornal Estado de Minas) e José Maria Rabelo (de O Binômio) .

Fundada pelo jornalista argentino , Jorge Ricardo Masetti, a Prensa Latina surgiu quando o comandante argentino-cubano Ernesto Che Guevara deixou em suas mãos a estruturação desta agência de notícias, à qual se incorporaram profissionais como o uruguaio Carlos María Gutiérrez, o colombiano Gabriel García Márquez e o argentino Rodolfo Walsh, entre outros.



A América que não está na mídia
A América que não está na mídia, editado pela Editora Altadena, aborda questões relativas a vários países da América Latina, geralmente não divulgadas pela mídia convencional, e discute a cobertura jornalística de um continente que está em processo de transformação. A orelha é do saudoso jornalista Fausto Wolff e a capa é do cartunista Carlos Latuff..
A América que não está na mídia pode ser adquirido também pelo endereço eletrônico altadena@altadena.com.br.

Jakobskind, além de integrante do Conselho Editorial do jornal Brasil de Fato é correspondente do jornal uruguaio Brecha e nos últimos 25 anos tem se dedicado ao estudo da América Latina, tendo já publicado livros que versam sobre o continente, entre os quais, América Latina – Histórias de Dominação e Libertação.
O evento tem ainda os apoios do Senge- MG e Ongtrem

Mais informações : 31 85863100 e 32245011