terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Programa cubano de alfabetización “Yo sí puedo” ganador del Mejor Blog de Actualidad de Sevilla


El Grupo Blogosur Comunicación entrega los premios a los mejores blogs de Sevilla según la opinión de los internautas.

El jueves la sala Joaquín Turina de Cajasol acogió la entrega de premios Blogosur a los mejores blogs de Sevilla, según las puntuaciones obtenidas durante el año 2010 entre los lectores del portal Blogueros de Sevilla

El programa cubano de alfabetización para Sevilla fue galardonado con el Primer Premio al mejor Blog de Actualidad de la capital andaluza. El encargado de recoger el reconocimiento fue Ismael Sánchez, coordinador del citado programa, quién recordó “a los más de 35.000 ciudadanos para los que todo esto de la tecnología 2.0 les queda lejos porque aún no saben leer y escribir”

Sánchez denunció, igualmente, el silencio mediático, en algunos casos, o la disparatería, manipulación y tergiversación de la realidad que realizan constantemente otros medios de comunicación acerca de la aplicación del “Yo, sí puedo” en la ciudad por lo que valoró muy positivamente la existencia de iniciativas de este tipo que ofrecen un espacio plural, heterogéneo y abierto donde cada cual publica lo que quiere, cuando quiere y como quiere.

Por último, el responsable del programa de alfabetización dedicó el premio a los centenares de alfabetizados en Sevilla, convertidos ya en ciudadanos de primera, a los facilitadores que hacen posible el desarrollo de esta campaña, a las decenas de entidades que vienen mostrando su apoyo y al Ministerio de Educación de Cuba.

Muy especialmente transmitió en nombre de todo el equipo del programa “Yo, sí puedo” su agradecimiento al primer teniente de alcalde del Ayuntamiento, Antonio Rodrigo Torrijos, allí presente, y al resto de concejales de su Grupo Municipal su implicación política y el compartir ese sueño de convertir a Sevilla en una ciudad libre de analfabetismo.

En la gala Torrijos estuvo acompañado por Miguel López, director gerente de la Fundación DeSevilla y entidad que aplica el programa “Yo, sí puedo” y por Josefa Medrano, delegada de Participación Ciudadana del Ayuntamiento de Sevilla.

(Tomado de Yo si puedo, Sevillla)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Marti, internacionalista cubano

Convidamos aqueles que apreciam o ritmo e a cultura da nossa irmã Cuba para comemorar os 158 anos de Jose Marti, os 84 anos do Tom Jobim e o aniversário de todos os aquarianos que sonham por um mundo melhor e possível. Nesta sexta-feira, a partir das 19hs, no Café Cuba- Ponto Verde, na Rod MG 030, 2255 MG 30, após a Policia Rodoviária, sentido Nova - Nova Lima .O Ponto Verde fica a cinco minutos do BH Shopping



No próximo dia 28 de janeiro completa-se 158 anos de nascimento do poeta, escritor, orador e jornalista José Martí. Herói da independência cubana, Martí já era no século XIX anti-imperialista e defensor da união de “nostra América.

Texto biográfico retirado do site da Associação Cultural José Martí do Rio Grande do Sul, fala mais sobre este periodista :


Martí:o mais universal dos cubanos

Martí teve a genialidade de superar as concepções revolucionárias existentes no seu país e ser, ao mesmo tempo, o mais universal dos cubanos.

Foi preso aos 16 anos, libertado pouco depois e morto aos 42 anos em “Dos Rios” quando regressava para construir uma nova pátria.

José Julian Martí y Pérez nasceu em Havana, na Rua De Paula, nº 41, atual Rua Leonor Pérez, nº 314, (hoje museu), de pais espanhóis. Don Mariano Martí y Navarro, primeiro sargento do Real Corpo de Artilharia, era natural de Valencia, e Leonor Peres Cabrera, de Santa Cruz de Tenerife, Ilhas Canárias.

Em sua formação na infância teve grande influência o professor e patriota Rafael María de Mendive – na escola San Pablo – que se comprometeu, desde 1866, a custear seus estudos de bacharelado. Porém seu mentor foi preso em 1869.

Suas idéias políticas aparecem publicamente pela primeira vez em janeiro de 1869, nos jornais clandestinos “El Diablo Cojuelo” e “La Pátria Libre” – poema Abdala – poucos meses depois do insurgimento de Carlos Manuel de Céspedes, em “La Demajagua”, em 10 de outubro de 1868.

Ainda muito jovem, Martí foi preso em 21 de outubro de 1869, condenado a seis anos de prisão política. Após um ano de prisão, desenvolveu trabalhos forçados, próximo ao atual Malecón.

Após breve estadia em “El Abra, na “Isla de Piños”, é deportado para a Espanha. Por duas vezes é operado das seqüelas do cárcere no seu corpo (1872), porém, mais difícil, é curar as dores da alma. Dedicará a sua vida, com a ação e a palavra, para que a Pátria também se cure.

Na Espanha não guarda nem alimenta ódios, apenas defende a independência e a justiça. Deixa amigos e se dedica aos estudos, licenciando-se em Direito Civil e Canônico além de filosofia e letras, formando-se com louvor em Zaragoza, em 1874. Lá contou com o apoio e solidariedade do companheiro de juventude Fermin Valdés Dominguez, junto a quem fora julgado, acusados ambos por assinar uma carta em que classificavam como apóstata a um condiscípulo por alistar-se no oficialato espanhol, onde Martí reclamou para si a autoria.

Seu amigo foi condenado apenas a seis meses de prisão. Depois de visitar várias cidades européias começa sua etapa americana ao chegar a Veracruz, México, em 8 de fevereiro de 1875. Conhece o mexicano Manuel Mercado – fiel amigo até o último dia – e se reúne com seus pais e irmãos.

Desde sua saída de Cuba, deportado para a Espanha, pode-se assinalar três etapas na sua vida: de 1871 a 1884 – formação intelectual básica; 1884 a 1889 – amadurecimento intelectual e político; e, 1890 a 1895 – total consagração à pátria.

Em 22 de novembro de 1878 nasce seu filho, José Francisco, o adorado Ismaelillo, fruto de seu casamento no México em 20 de dezembro de 1877, coma cubana Carmen Zayas Bazán.

Em 17 de Setembro é detido pela conspiração para a “Guerra Chiquita” e afirma para as autoridades que “Martí pertence a uma raça que não se vende” quando lhe exigem uma manifestação favorável à Metrópole. Regressará, finalmente, em 11 de abril de 1895, e cairá em combate poucas semanas depois, em 19 de maio, quando seus compatriotas, a quem devolveu a confiança, lutam novamente por uma Cuba Livre! Em seus últimos anos de vida trabalhou arduamente para impedir que os Estados Unidos – aonde viveu muitos anos – estendessem seu território para além do Rio Bravo, como haviam feito com o México, conforme revelou em sua carta inconclusa a seu amigo mexicano Manuel Mercado, escrita na véspera da sua morte.

Conheceu, amou e defendeu ao que chamou de Nossa América. Cronista de sua época, do passado e do futuro, jamais deixou de servir ao seu povo, e no último período de sua vida teve apenas um objetivo: a libertação de Cuba. Organizou o novo movimento independentista através do Partido Revolucionário Cubano (PRC), de base democrática onde unificou todas as forças populares com um só objetivo – a independência – e previu uma república diferente das experiências que conheceu em outras nações americanas.

Em 14 de março surge o primeiro número do periódico “Pátria”, dedicado à grande causa da independência, e em 10 de abril deste ano é fundado o PRC, onde Martí é eleito como delegado.

Depois dos iniciadores, Martí é e segue sendo o forjador mais completo da nação e nacionalidade cubanas.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

El que se levanta con Cuba hoy es para siempre




A Associação Cultural Jose Marti de Minas Gerais deseja a todos os amigos de Cuba um feliz Natal e um 2011 mais solidário


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Cuba, fatos que falam por si


Cuba, apesar do bloqueio, do jornalista de Mário Augusto Jakobskind, será lançado em Belo Horizonte, MG, no dia 7 de dezembro, terça-feira, a partir das 19h, no Instituto Helena Greco de Direitos Humanos (Rua Hermilo Alves, 290, Sta. Tereza). O lançamento é da BOOKLINK PUBLICAÇÕES, do Rio de Janeiro, e conta com o apoio da Associação Cultural Jose Marti, da Diretoria de Cultura do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, do Programa de Classe do Sintel /MG e do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos.

A ideia de escrever Cuba, apesar do bloqueio se deve, sobretudo, ao fato do autor tentar analisar o cerco midiático que a ilha caribenha sofre desde o início de sua revolução, antes mesmo da declaração de que o país optara pelo socialismo. Acompanhando os noticiários diários dos principais jornais do eixo Rio-São Paulo, Cuba só aparece como uma ditadura, como se o povo não tivesse o direito de escolher os seus dirigentes. Alguns veículos de imprensa chegam a se referir a Cuba como o país da “ditadura dos Castros”, em referência a Fidel e Raúl, o atual presidente.

Em termos jornalísticos há quase um total desconhecimento sobre o que acontece na ilha caribenha, para não falar em preconceito, e o noticiário de um modo geral se baseia em fontes que não têm interesse em mostrar os fatos como realmente são. É dentro deste espírito que o autor decidiu escrever o livro, uma parte sobre os 25 anos da Revolução, ou seja, até 1984; e a outra relacionada aos últimos 26 anos, a partir de 1984, ano em que a revolução cubana completava 25 anos, quando Jakobskind lançava Apesar do bloqueio, um repórter carioca em Cuba. A primeira parte do livro teve o prefácio de Henfil e o posfácio de João Saldanha.

Em 2009, Mário Augusto Jakobskind lançou no Uruguai, pela Editora Tropicana, o livro Apesar do bloqueio, 50 anos de Revolução, em função do marco histórico representado pelo ano da comemoração. A edição que está sendo lançada pela BOOKLINK, em 2ª. edição totalmente revisada e atualizada pelo autor .

Para falar sobre Cuba, além de mostrar o cerco midiático, o autor lembra as previsões equivocadas de analistas ignorantes da realidade cubana que sobre o fim do regime em vigor na ilha caribenha depois da desintegração da URSS. Muitos desses analistas garantiam que o fim ocorreria em semanas ou meses. A realidade mostrou que as pitonisas falharam redondamente, como mostra o livro de Mário Augusto Jakobskind.

Uma linguagem acessível

Mais do que adjetivos, Cuba, apesar do bloqueio apresenta fatos que falam por si só, como, por exemplo, a participação do então presidente Fidel Castro num encontro de jornalistas latino-americanos, quando o dirigente máximo de Cuba mostrou o seu dom de jornalista. Seguindo na trilha de que mais valem fatos presenciados do que adjetivos, Jakobskind conta fatos relevantes da vida cotidiana de um país socialista que observou durante algumas estadas em Cuba. É o caso ocorrido, em 1987, na praia de Santa Maria Mayor, a poucos quilômetros de Alamar, quando o autor conheceu uma adolescente que portava um colar com uma imagem de San Lazaro, do qual ela era devota. Mostrou-se entusiasta de Fidel Castro e quando soube que Mario Augusto era brasileiro perguntou “quem era o comandante” do país do repórter. Como a resposta foi de que o Brasil não tinha propriamente um comandante, a adolescente disse que voltaria para casa, iria para a Igreja rezar para que "o seu país tenha um comandante".

Em uma retrospectiva sobre Cuba não poderia faltar a menção da batalha de Cuito Canavale, cujo resultado, segundo Nelson Mandela, que dispensa apresentação, representou o início do fim do odioso apartheid sul-africano. E nesta batalha histórica estiveram presentes milhares de militares cubanos, uma forma que os cubanos encontraram para se penitenciarem do passado de escravidão dos negros.

Os tempos difíceis do Período Especial também são lembrados neste livro, da mesma forma que fatos econômicos que marcaram profundamente Cuba e isso numa linguagem acessível a todos os públicos. Em suma, Cuba, apesar do bloqueio é uma vasta reportagem, com uma linguagem jornalística, que a mídia conservadora dos vários quadrantes latino-americanos se nega geralmente a fazer.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Seminário de Solidariedade Internacional


SEMINÁRIO DE SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL


BELO HORIZONTE – SEXTA-FEIRA – 26 DE NOVEMBRO DE 2010


PROGRAMAÇÃO:


09 HORAS – APRESENTAÇÃO:


09 HORAS E 30 MINUTOS - MESA 1 – Por um Mundo de Paz, Solidariedade e Transformações Sociais, derrotemos o imperialismo!


Jadallah Safa - Comitê Democrático Palestino - Brasil.

Professora Dr. Dirlene Marques - Comitê Mineiro do Fórum Social Mundial.

Jornalista Mirian Gontijo - Associação Cultural José Marti de Minas Gerais.

Coordenação: Representante da Casa da América Latina.


13 HORAS E 30 MINUTOS – MESA 2 – O papel da juventude na luta antiimperialista.

Organizações convidadas:

Juventude da Via Campesina – Brasil.

Juventude Comunista Avançando – Brasil.

Marcha Mundial das Mulheres.

Coordenação: Representante da União da Juventude Comunista.


16 HORAS E TRINTA MINUTOS – PAINEL sobre o XVII Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes – África do Sul.


REALIZAÇÃO:
União da Juventude Comunista – Brasil.


APOIO:
Diretório Acadêmico do ICEX – UFMG.
Diretório Acadêmico da FAE – UEMG.
Associação Cultural José Marti – MG.
Comitê Mineiro do Fórum Social Mundial.
Casa da América Latina.
Instituto Caio Prado Junior.
Fundação Dinarco Reis.


INSCRIÇÕES:
E-mail: semsolidariedadeinternacional@gmail.com. Envie somente o nome completo, instituição onde trabalha/estuda, organização política em que milita, se por o caso, e o número do telefone.


http://seminariodesolidariedadeinternacional.blogspost.com

Informações: 31-32016478
31-32016478 / 31-84157977 31-84157977

domingo, 7 de novembro de 2010

Uma pitada de poesia é suficiente para perfumar um século inteiro

A Associação Cultural José Marti de MG -ACJMMG elegeu a divulgação da cultura cubana para ampliar a integração entre Brasil e Cuba, um projeto para 2010.
Temos disponível para a entrega via correio mediante o pagamento do
produto e da taxa de envio o seguinte material
:
contatos e informações pelo e-mail: acjmmg@gmail.com
Nomeados ao Grammy Latino 2006: DVD e CD “Rumba Viva en La Habana”

Em meados deste ano, foram lançados em turnê no Brasil, pela Cia. Cubana Yoruba Andabo, ganhadora de vários prêmios e nomeações internacionais relevantes, como um Grammy compartilhado em 2001 além de nomeações a prêmios da Academia de Música da Espanha (2006) e ao Grammy Latino (2003 e 2006). Sua arte tem sido apreciada por platéias do Canadá, Estados Unidos, Costa Rica, Panamá, Colômbia, México, Espanha e de Genebra, Paris e Londres, e considerada uma legítima representante da música popular cubana .

Confira aqui os títulos disponíveis para aquisição e ou distribuição:

- DVD “Rumba Viva en La Habana” (o primeiro DVD produzido em Cuba)Tempo total de 103'35", incluindo informação sobre os Orishas e os tambores Bata, em inglês e espanhol.
- CD “Rumba Viva en La Habana”
- CD “El Callejón de los Rumberos”

JOSÉ MARTI- Versos Sinceros (tradução dos Versos Sencillos para o português por Carlos Felipe) Armazém de Idéias- 76 páginas



Trata-se da mais famosa obra poética de José Marti, Versos Sencillos, traduzida pelo ganhador do Prêmio Casa de Las Américas de 1985, com o romace "Cuba Libre", o jornalista e professor Carlos Felipe.

Versos Sinceros é um reencontro com um grande jornalista, poeta, pensador e herói nacional, o cubano José Marti. A vida de Marti foi toda dedicada à independência de seu país e sua defesa da identidade cultural de um povo foi decisiva para tornar Cuba independente.

No entanto, apesar de conhecido pelo ideário de construção de uma nova sociedade, não teve no Brasil o reconhecimento justo, ao lado dos grandes heróis do continente.
O livro de Carlo Felipe é a oportunidade para os brasileiros conhecerem não apenas o autor dos versos da canção GUANTANAMERA, mas de penetrar na impressionante mensagem martiana de uma verdadeira fraternidade, condição de sobrevivência para a humanidade.

CAMISETAS COMEMORATIVAS 50 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA

A revolução cubana foi o fato marcante do século passado e figura na hístória moderna como uma referência para os povos que buscam a razão emancipatória. Em homenagem à nação cubana, a Associação Cultural José Marti de MG lançou camisetas comemorativas com a lendária capa de Fidel Castro na edição da Times Magazine, nas mais variadas cores.

nossa proposta para comercialização destes produtos a
preços promocionais :


Nomeados ao Grammy Latino 2006: DVD e CD “Rumba Viva en La Habana”
DVDs e CDS “Rumba Viva en La Habana” * preço com desconto para associados
unidade Acima de 10 unidades Acima
de 50 unidades
DVD R$ 20,00 R$ R$ 18,00 R$ 15,00
CD R$ 16,00 R$ 14 ,00 R$ 12,00

Livro JOSÉ MARTI- Versos Sinceros (tradução dos Versos Sencillos para
o português por Carlos Felipe) Armazém de Idéias- 76 páginas
1- Unitário = 12,00 reais
2- Maior ou igual a 10 = 10,00 reais a unidade
3- Maior ou igual a 50 = 8,00 reais a unidade
4- Maior ou igual a 100= 7,00 reais a unidade


Camisetas 50 anos da Revolução Cubana

Coloridas R$ 20,00 a unidade e Brancas R$ 15,00 a Unidade