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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Nos seus 25 anos, ACJM-MG se prepara para ser uma entidade sólida



Foi uma bela cerimônia ! Assim transcorreu a Assembleia Comemorativa dos 25 Anos da Associação Cultural José Martí - MG, com a posse da nova diretoria, realizada em 3 outubro/ 2a Feira / 19:00h – Casa do Jornalista. Av. Álvares Cabral, 400, segundo avaliação do novo Diretor Geral da entidade para os próximos 03 anos, Nelson Dantas.

Prestigiando o evento, as presenças da cidadã honorária de Belo Horizonte e uma das brigadistas que participaram da campanha pela erradicação do analfabetismo em Cuba, no ano de 1961, a profª Drª MariaDolores Ortiz: TV Cubana - Escriba y Lea , assessora do Ministério do Ensino Superior em Cuba e outro brigadista que participou da mesma campanha, Dr. José LuisMoreno Del Toro. Também compondo a mesa a ex-presidente da ACJM-MG e presidente do Projeto Nossa América, Maria José da Silva. A Diretora Administrativa da atual diretoria, Telma Araújo presidiu a mesa de abertura da Assembléia.

Heloísa Greco, filha da 1ª presidente da entidade, D. Helena Greco, recebeu a homenagem em comemoração dos 25 anos de existência da entidade,que foi o lançamento da campanha para o período compreendido entre03/10/2011 e 03/10/2012 como o ANO HELENA GRECO COPA SEM ANALFABETOS !

Segundo Dirlene Marques, que compõe o novo conselho fiscal da entidade,"o clima da posse estava tão bom que todos sairam entusiasmados. E olhando grande. Estou apostando na proposta do Nelson: para o aniversário do Fidel no próximo ano - 1300 pessoas no Palacio das Artes"

O ex-embaixador do Brasil em Cuba, jornalista Tilden Santiago, também prestigiou o evento, que teve o sindicalista José Vieira como o Mestre de Cerimônias.

A Srª Magali Gontijo, mãe e representando a atual Diretora Geral, Míriam Gontijo, levou as palavras de agradecimento pela presença de todos os participantes, especialmente os convidados cubanos. O objetivo do pronunciamento da ex-diretora geral foi resgatar um discurso pronunciado pelo comandante Fidel Castro, então primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e primeiro ministro do governo revolucionário, feito durante uma longa visita ao Chile, quando Salvador Allende ainda era presidente, na manhã de 29 de novembro de 1971, aos representantes da CEPAL- a famigerada Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, criada em 1948 pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas com o objetivo de incentivar a cooperação econômica entre os seus membros.

Fidel, frente aos representantes da CEPAL, realiza uma resenha crítica da economia latino americana, e coloca para reflexão:Que integração interessa aos países da América Latina e Caribe?

Da nossa parte, explicava Fidel, o controle do comércio exterior, pedra vital da economia, não se baseia nos interesses particulares, comprando de onde lhes convenha. São os interesses nacionais, que centralizam nossa política de comércio exterior e intercambiando produtos de acordo com estes interesses.

E foi enfático ao afirmar :"Estamos prontos para fazer programas de integração com o Chile, estamos prontos para fazer programas de integração com qualquer país latino americano. Mas, como? Quais são os demais que estão prontos?. Não temos que pedir permissão a ninguém para fazer qualquer programa de integração entre nós, mas ocorre que muitos têm que pedir permissão!"”Não pretendemos dizer que encontramos as fórmulas para todas estas necessidades, mas estamos buscando. Em nosso país o uso dos meios de divulgação para falar dos valores humanos, da necessidade da participação das massas. Do ponto de vista moral, não podemos decidir sobre leis fundamentais sem consultar o povo. Quando uma lei é proposta, é discutida em todos os centros de trabalho, em todas as organizações de massas. Tem que ser uma lei inquestionavelmente justa e inquestionavelmente útil".
E acrescentou : "“Em nosso país se trata de desenvolver a inteligência, de ensinar a pensar, a argumentar. Os atos do nosso povo são frutos do pensamento e da razão. Dedicamos grandes recursos aos meios de comunicação de massas não para estimular o consumo, mas para divulgar campanhas de saúde, educação, contra acidentes de trânsito, não se faz apologia ao crime, nem se estimula o crime. Nossa preocupação é com a psicologia do povo, das crianças, de todo.Aumentam quantativamente os conhecimentos e as possibilidades de desenvolver a inteligência, os meios de ensino, a pedagogia. Procuramos orientar os alunos mais destacados para o emprego pleno de suas capacidades.”

O cmdte terminou seu discurso colocando "“Temos uma sociedade sólida que já não depende de homens, mas depende das massas. Nenhum de nós é indispensável, porque já não somos só homens, somos um povo que avança. Já não são as idéias de uns poucos, mas as idéias de milhões de pessoas”.

Para fechar o seu discurso de despedida, Míriam Gontijo declarou "Faço minhas as últimas palavras do comandante. A Associação Cultural José Marti de MG, nos seus 25 anos, se prepara para ser uma entidade sólida e, mesmo sem desmerecer a memória daqueles que a construíram e até hoje lutam com as novas gerações, seja o resultado não das idéias de uns poucos, mas de todos".

A nova diretoria executiva para a gestão 2012-2014 é composta :

Nelson Dantas- Diretor geral
Betinho Duarte- Diretor tesoureiro
Ligia Dumont- Diretora administrativa
Magela Medeiros-Diretor de eventos e cultura
Miriam Gontijo- Diretora de comunicação

Suplentes de diretoria :
Paulo Cesar Rodrigues, Maria da Conceição Pereira e Guilherme Diniz
Conselho Fiscal : José Rodrigues, Dirlene Marques e Wilson Lino da Silva

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