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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Evento comemorativo 50 anos da Prensa Latina e lançamento do Livro "América que não está na mídia"



A América que não está na mídia
O livro A América que não está na mídia, de autoria do jornalista Mário Augusto Jakobskind, Conselheiro da ABI e secretário-geral do SPJERJ (Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro), tem prefácio do jornalista Flavio Tavares e apresentação do coordenador do MST, João Pedro Stédile, além de comentário de Eduardo Galeano.


Será lançado no próximo dia 8 de outubro, em Belo Horizonte, na Casa do Jornalista, às 19 horas, à Avenida Álvares Cabral, 400, e dia 13 de outubro, às 20h30m no restaurante Lamas, RJ,
No próximo 8 de outubro, data histórica para o movimento de solidariedade a Cuba, a Associação Cultural Jose Marti de Minas Gerais, em parceria com o Sindicato dos jornalistas profissionais de Minas Gerais- SJPMG, realiza evento para comemorar os 50 anos da Prensa Latina e da revolução cubana, oportunidade em que estaremos debatendo, na sede do sindicato , a partir das 19hs, o que mudou na cobertura jornalística sobre América Latina, com as presenças do jornalista Mário Augusto Jakobskind, autor do livro "América que não está na Mídia", a ser lançado na ocasião, dos profissionais Luiz Carlos Bernardes ( o Peninha), Dídimo Paiva (ex-editor de Internacional do jornal Estado de Minas) e José Maria Rabelo (de O Binômio) .

Fundada pelo jornalista argentino , Jorge Ricardo Masetti, a Prensa Latina surgiu quando o comandante argentino-cubano Ernesto Che Guevara deixou em suas mãos a estruturação desta agência de notícias, à qual se incorporaram profissionais como o uruguaio Carlos María Gutiérrez, o colombiano Gabriel García Márquez e o argentino Rodolfo Walsh, entre outros.



A América que não está na mídia
A América que não está na mídia, editado pela Editora Altadena, aborda questões relativas a vários países da América Latina, geralmente não divulgadas pela mídia convencional, e discute a cobertura jornalística de um continente que está em processo de transformação. A orelha é do saudoso jornalista Fausto Wolff e a capa é do cartunista Carlos Latuff..
A América que não está na mídia pode ser adquirido também pelo endereço eletrônico altadena@altadena.com.br.

Jakobskind, além de integrante do Conselho Editorial do jornal Brasil de Fato é correspondente do jornal uruguaio Brecha e nos últimos 25 anos tem se dedicado ao estudo da América Latina, tendo já publicado livros que versam sobre o continente, entre os quais, América Latina – Histórias de Dominação e Libertação.
O evento tem ainda os apoios do Senge- MG e Ongtrem

Mais informações : 31 85863100 e 32245011

sábado, 22 de agosto de 2009

História ambiental de Cuba é tema de lançamento nesta quinta 27 de Agosto






A Associação Cultural José Marti de Minas Gerais - ACJMMG, o Sindicato da Indústria do Açucar e do Álcool de Minas Gerais- SIAMIG convidam para o lançamento, na próxima quinta-feira, 27 de agosto, a partir das 19h30m, na Casa do Jornalista, do livro " Dos bosques aos canaviais : uma história ambiental de Cuba 1492-1926", do profº. Dr. Reinaldo Funes Monzote, da Universidade de Havana. Prefaciado pelo coordenador geral da Fundación Antonio Núñez Jiménez de la Naturaleza y el Hombre, Armando Soriano, o livro nos convida à reflexão em torno na irracionalidade ambiental da racionalidade econômica. O leitor mineiro terá a oportunidade de acompanhar um debate atualíssimo em Cuba, e que serve de parâmetro para nós brasileiros.

"Quanto mais se avança rumo à construção da história ambiental cubana e caribenha, mais visíveis são as vozes que denunciaram um modo de exploração da natureza com profundas implicações a longo prazo nas ordens social e ambiental. Junto aos heróis nacionais tradicionais, políticos,militares, e paladinos do progresso e do crescimento açucareiro, deveriam constar sempre aqueles que se dedicaram ao trabalho anônimo e paciente de conhecer melhor a terra e lutar por um modo mais sustentável de proceder com ela. Muitos dos autores citados, com independência de tendências políticas ou nacionalidades, merecem um lugar especial. É o caso de JOSE MARTI, quem, atento a realidades de outros contextos, expressou preocupações similares.

Em todos eles se repetia a idéia de que a posteridade teria direito de exigir a prestação de contas pelo dano infrigido por quem destruiu os bosques sem contemplação. É impossível faze-lo com os responsáveis diretos, que há muito deixaram de existir, mas se olharmos ao nosso redor e perguntarmos até que ponto Cuba, o mundo de hoje e de amanhã são ou poderão ser indiferentes a uma relação sociedade natureza como a do açucar e dos bosques cubanos entre 1815 e 1926 : fulgurante mas insustentável !!!!

A constatação acima é do profº Drº Reinaldo Funes Manzote, da Universidade de Havana, que, a convite do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG, veio a BH proferir palestra sobre a história ambiental de Cuba e lançar seu mais recente livro : "Dos bosques aos canaviais : uma história ambiental de Cuba 1492-1926" sob o auspício da Fundação Antonio Nuñez Jiménez de la Naturaleza e el Hombre.
O professor pontua que em meados do século 19, o naturalista, Ramón de la Sagra, perguntava se a destruição dos bosques de Cuba seria inofensiva para a conservação das admiráveis condições de fertilidade da Ilha, caracterizada por uma frondosa vegetação perene e arbórea. Já à época, se apontava para uma exploração agrícola sustentável que se baseava na conservação da devida proporção entre a vegetação arbórea e herbácea, de modo que não se alterassem nocivamente as condições de salubridade, fertilidade e fecundidade do clima e terrenos da Ilha caribenha.

O trabalho de Monzote explora a contradição entre os ciclos da natureza e a atividade econômica da Cuba colonial, quando os interesses da metropóle e da nascente burguesia criolla determinaram um ritmo de deterioração dos recursos naturais, pela permanente ocupação de fronteiras agrícolas e demográficas, com a expansão açucareira em detrimento dos bosques originários, e que representou um exemplo da irracionalidade ambiental, com a perda de boa parte da diversidade biológica cubana em menos de dois séculos.

A análise histórica ambiental de Cuba transcende as categorias de análise modo de produção e relações de produção para resgatar, no legado marxista, o estranhamento produzido nos seres humanos, de que falava o jovem Marx nos Manuscritos de Paris, o qual acontece em um determinado regime social de produção quando existe a modificação radical do habitát e, por conseguinte, da relação entre os seres humanos e seu entorno.

A importância deste resgate está no fato de que pouco se discutiu sobre o implícito no crescimento moderno (agrário ou industrial) que é o consumo continuado e de grande escala dos recursos naturais frente ao aproveitamento limitado e autoregulado existente nas sociedades pré-capitalistas ou na agricultura sustentata em energia orgânica. Mesmo constituindo uma questão considerada da atualidade, ou seja, conciliar crescimento econômico, luta contra a pobreza e protação de ecosistemas, tal problemática há muito vem sendo debatida, e é este um dos méritos do trabalho de Monzote.

Tanto a preocupação conservacionista como o debate entre o público e privado são identificados pelo autor no período por ele pesquisado, quando advertências, da
parte da Marinha Espanhola, vislumbraram na exploração florestal pelos engenhos açucareiros um problema estratégico de defesa nacional . O conflito entre as atividades de criação de gado, indústria naval e açucareira resultaram em um debate sobre o melhor modo de exploração dos recursos florestais, não se restringindo à obtenção de benefícios econômicos, mas também sobre a melhor maneira de conservá-los. Instituiu-se um debate sobre as necessidades públicas de garantia de abastecimento de madeira e combustível para a defesa militar e os interesses dos donos de engenho e fazendeiros, que sustentavam a afirmação da propriedade individual e o seu direito de exploração destes recursos como a melhor garantia de uma exploração benéfica tanto do ponto de vista econômico como para a conservação das massas florestais....

Venceu o sagrado direito da propriedade e os argumentos que apontavam os prejuízos para a exploração dos recursos advindos de qualquer intervenção ou limitação sobre a propriedade individual! " ( Míriam Gontijo, jornalista, cientista da informação e diretora geral da Associação Cultural José Marti de MG) .

O lançamento acontece na Av. Álvares Cabral 400 (Casa do Jornalista) entre ruas Espírito Santo e Bahia e conta com os apoios do SJPMG e SIAMIG.







terça-feira, 11 de agosto de 2009

Fidel completa 83 anos e nos presenteia com "Pensamento de Fidel em dicionário"



Lançamento antecede as comemorações do 83º aniversário de Fidel, e é uma ferramenta de grande valor para o debate ideológico no mundo contemporâneo.

Em BH, a Associação Cultural José Marti de Minas Gerais convida os amigos de Cuba para um bate papo descontraído em comemoração ao "cumpleaños" do nosso comandante.

Dia 13 de Agosto- 20 horas
Av. Álvares Cabral 400 - Centro
Casa do Jornalista



O rico pensamento do líder histórico da Revolução Fidel Castro, foi resumido em um dicionário, cuja apresentação e lançamento marcados para o último final de semana no tradicional Sábado do Livro do Instituto Cubano desse ramo (ICL).


A seleção das idéias de Fidel "permitirá aos leitores contar com uma ferramenta de grande valor para o debate ideológico no mundo contemporâneo e as tarefas da construção do socialismo em nosso país", destaca Granma, em sua edição desta terça.


O prólogo de "Pensamentos de Fidel em um dicionário" diz que "se trata de uma seleção do ideário de Fidel a partir daquelas proposições que encerram a dimensão política e filosófica mais essencial e educativa".

Desde 2007 o líder da Revolução vem publicando amplos artigos, titulados, no começo Reflexões do Comandante-em-Chefe e a partir de fevereiro de 2008 Reflexões do companheiro Fidel, em que analisa temas de interesse nacional e internacional.
Entre eles, a política contra-revolucionária dos E.U. contra Cuba, a crise econômica mundial, o meio-ambiente e temas históricos, pouco conhecidos, em muitos dos quais foi protagonista e testemunha excepcional.

O evento aconteceu cinco dias antes do 83º aniversário de Fidel, que como já vem sendo costume será celebrado por instituições e o povo.

Agência Cubana de Notícias

quarta-feira, 22 de julho de 2009

DIA DA REBELDIA CUBANA COM MUITA Salud!


A antiga fortaleza militar, atacada em 26 de julho de 1953 por um grupo de jovens, liderados por Fidel Castro, que virou Cidade Escolar 26 de Julho depois do triunfo da Revolução.

O ataque ao Quartel Moncada de Santiago de Cuba em 26 de julho de 1953, foi uma notícia que o mundo desconheceu. Os jornais publicaram que o jovem advogado cubano Fidel Castro Ruz, com um grupo de jovens, atacaram a segunda fortaleza militar do país, com o propósito de mudar a situação cubana, quer dizer, devolver a esmagada Constituição da República, derrubando o general Fulgencio Batista que apenas um ano antes — em 10 de março de 1952 —dera um golpe de Estado militar, tirando do poder o presidente Carlos Prío Socarrás, eleito democraticamente.

Dessa maneira o mundo ignorou que esse dia, em 26 de julho — domingo — foram torturados e assassinados, extrajudicialmente, uns 46 jovens presos, e em dias sucessivos a cifra aumentou a mais de 60, embora as notícias militares dissessem que tinham morto em combate com o exército. Em 26 de julho somente seis combatentes revolucionários morreram combatendo no quartel de Santiago de Cuba.

Quando no julgamento efetuado em Santiago de Cuba a partir de 21 de setembro de 1953 (Causa 37) o procurador perguntou a Fidel quem era o autor intelectual do Moncada, este respondeu com ênfase que ninguém tinha que preocupar-se, que o único autor do ataque ao Moncada era José Martí.
O revés tático começou a tornar-se uma vitória estratégica a partir de 21 de setembro, quando o chefe do Movimento revolucionário e do ataque ao Moncada — Fidel Castro — compareceu pela primeira vez ante o Tribunal, no Palácio de Justiça de Santiago de Cuba, como acusado e advogado, assumindo a defesa do ataque. Suas declarações e o processo de interrogatórios — como advogado — foram tão convincentes quanto às versões divulgadas desde o 26 de julho por Batista e seus cúmplices militares, que aquele julgamento mudou seu projeto em 48 horas e de acusado, Fidel tornou-se acusador.
Fidel pronunciou oralmente sua alegação de autodefesa, conhecido no mundo todo como A História me absolverá, discurso que ele mesmo reproduziu num texto durante o tempo que esteve na prisão, no antigo presidio Modelo, na Ilha de Pinos. As ações de 26 de julho de 1953 transformariam o mapa político de Cuba e do resto da América, constituindo um exemplo de que uma Revolução social era possível. O exemplo que mostrou esse grupo de cubanos, apoiados depois pela luta e pela vitória da anistia; pela expedição do Granma e a luta do Exército Rebelde na Serra Maestra; pela união dos grupos revolucionários; a greve geral de 1º de janeiro de 1959, convocada por Fidel, como comandante-em-chefe, e 55 anos de resistência dum povo, são o aval da importância daquele dia que o mundo não levou em conta.
(Fonte: Granma Internacional de 25 de julho)

>As comemorações do 26 de julho em BH, Dia Nacional da Rebeldia Cubana, uma parceria da Associação Cultural José Marti de Minas Gerais e GREscola de Samba Cidade Jardim

Domingo, 26 de Julho - 18h30m
Dia Nacional da Rebeldia
Escola de Samba Cidade Jardim
Rua dos Gentios 147, em frente ao Hospital Luxemburgo


A exibição do documentário “¡Salud!”, um retrato do sistema público de saúde cubano, considerado um dos mais eficazes do mundo, é tema das comemorações dos 26 de julho em BH, Dia Nacional da Rebeldia Cubana, para lembrar a data em que houve a tentativa de tomada do Quartel de La Moncada, em Santiago de Cuba, antes do triunfo da revolução cubana, em 1º de Janeiro de 1959.

No ano em que se comemoram os 50 anos da famosa Revolução Cubana, nada melhor do que assistir a um debate atualíssimo sobre o sistema de saúde cubano, em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assegurou para a mídia mundial, que a reforma do sistema público de saúde nos Estados Unidos é "central" para a recuperação econômica do país.

O documentário foi exibido pela primeira vez no Brasil, mês passado, na capital do Rio de Janeiro, a convite do projeto Cine ABI, juntamente com a ONG norte-americana Medical Education Cooperation with Cuba (Medicc) e a Associação Nacional de Cubanos Residentes no Brasil (Ancreb).
Presente à sessão, Gail Reed, co-produtora de “¡Salud!” e Diretora internacional da ONG Medicc, contou que o filme surgiu a partir da experiência de 25 anos trabalhando como jornalista em Cuba.

Gail diz que não é uma especialista no assunto, mas que conhece a realidade da saúde pública cubana como jornalista e paciente. Segundo ela, a principal lição dada pelo Governo de Fidel Castro é a vontade política de assegurar um serviço de qualidade aos cubanos: — Em Cuba, percebi que os profissionais são grandes lutadores pela saúde, e não apenas trabalhadores.
Mesmo sendo um País pobre, por meio do empenho político consegue obter grande êxito na área do setor, se destacando mundialmente. Traçando um paralelo com a realidade nos Estados Unidos, Gail Reed afirma que, diferentemente dos cidadãos norte-americanos, o povo de Cuba tem o serviço de saúde realmente como um direito: — Já nos EUA, que é um dos Países mais ricos do mundo, isso não acontece. Lá, há 50 milhões de pessoas sem acesso ao sistema público de saúde, evidenciando que o problema não é a falta de dinheiro, mas sim disposição política. o médico cubano radicado no Brasil Juan Carlos Haxach destacou o “Médico de família”, como importante iniciativa que coloca Cuba em um patamar de excelência mundial. Ele é assessor e coordenador de projetos da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), criada em 1987 pelo sociólogo brasileiro Hebert de Souza: — Esse serviço é voltado principalmente para populações de baixa renda, que são muito vulneráveis a diversas doenças. O médico se instala nessas comunidades para conhecer de perto seus integrantes e as mazelas a que estão submetidos, focando suas ações na prevenção.
A atuação preventiva, segundo o Dr. Juan Carlos contribui para que Cuba tenha um sistema de saúde eficaz gastando pouco dinheiro. Como exemplo, o médico cita a dengue, que já foi epidêmica em alguns Estados do Brasil: — Essa enfermidade é presente em Cuba, mas é completamente controlada por meio das ações de prevenção, que reduzem os gastos com medicamentos e tratamento de pessoas infectadas. O mesmo acontece com o sarampo e o paludismo, entre outras doenças.

O documentário fala do conflito de valores que diferenciam a saúde em Cuba e em outros países onde a medicina é ditada pelo mercado. Cenas filmadas na África do Sul, Gâmbia, Honduras,Venezuela revelação a dimensão humanista do conceito de medicina praticado em Cuba.Ganhador de vários prêmios internacionais de documentários, a oportunidade de assistir é neste domingo, 26 de julho, as 20 horas, no Grêmio Recreativo Escola de Samba Cidade Jardim, em uma parceria da entidade e da Associação Cultural José Marti de Minas Gerais.

domingo, 31 de maio de 2009

VENHA COMEMORAR OS 50 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA

ASSOCIAÇÃO CULTURAL JOSE MARTI DE MINAS GERAIS
CONVIDA
VENHA COMEMORAR OS 50 ANOS DA REVOLUÇÃO CUBANA
“O movimento histórico mais importante do século XX e que transcende Cuba para animar os corações de todos os que lutam pela justiça social e valores como a solidariedade e a sustentabilidade”

Neste sábado, 06 de junho, a partir das 16 horas
tira-gostos cubanos (tostones, chicharritas e chicharrones) e jantar cubano (supervisão do chef cubano Julio Díaz)
SON a cargo de músicos cubanos
Convite R$ 20,00
(convites podem ser adquiridos no local , ou fazer um depósito na conta da Associação Cultural José Marti de Minas Gerais do Banco do Brasil- agência 3883 conta 13-581 x e apresentar o comprovante de depósito)



Cardápio
CARNE DE CERDO, ARROZ CONGRI (O MORROS Y CRISTIANOS) , YUCA O PAPAS CON SALSA
ENSALADA





Na quadra do GRÊMIO E ESCOLA DE SAMBA CIDADE JARDIM
Rua dos Gentios, 1415- Conjunto Santa Maria ( em frente ao Hospital Luxemburgo)

Ônibus: 9208, 9104 ponto final; 4110,4113 e 8207 (descer na Raja Gabaglia, 1710)

sábado, 30 de maio de 2009

Conselheira da Embaixada cubana busca apoio da CMBH e faz palestra em Contagem


A presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte (MG), vereadora Luzia Ferreira (PPS), recebeu na tarde da quinta-feira, 28 de maio, no Salão Nobre, a visita da Ministra conselheira política da Embaixada de Cuba no Brasil, Maria Antônia Ramos Lara.
Ela veio a convite da Associação Cultural José Marti de Minas Gerais (ACJMMG) pedir o apoio dos 41 vereadores de Belo Horizonte para constituir a Frente Parlamentar Brasil-Cuba em Minas Gerais, a exemplo da Frente já criada no Congresso Nacional, dentro das comemorações dos 50 anos da Revolução Cubana.
Bloqueio econômico
Para a presidente Luzia Ferreira, Cuba vive um isolamento por causa do bloqueio econômico dos Estados Unidos. “Queremos uma América una com o reatamento das relações diplomáticas entre Cuba e Estados Unidos”. Acrescentou ainda que Cuba é um importante mercado para os produtos brasileiros.
A conselheira cubana Maria Antônia disse que “a Revolução Cubana já é uma senhora madura”, mas com o coração jovem. Comentou sobre o período de transição naquele país do Caribe por causa da doença do presidente Fidel Castro, substituído por seu irmão Raul Castro.
Nos dias 11 a 13 de junho, em Florianópolis (SC), será realizada a 17ª Convenção Nacional de Solidariedade à Cuba, com a participação de centenas de movimentos sociais e das unidades estaduais do movimento nacional de solidariedade a Cuba ..
Essa convenção terá o apoio do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap), que conta com a filiação de duas mil associações de 140 países. O Icap centraliza a solidariedade a Cuba em todo o mundo.
A partir de 19 horas desta quinta-feira, no Cine Teatro de Contagem, cidade da Região Metropolitana de BH, a ministra Maria Antônia vai proferir uma palestra sobre ‘Aspectos educacionais e culturais da Revolução Cubana’.
Participaram da visita os vereadores João Oscar (PRP), corregedor da Mesa Diretora; Adriano Ventura (PT) e Reinaldo Preto do Sacolão (PMDB); o presidente do Icap, Fábio Simeón Gonzáles; além da Diretora Geral da Associação Cultural José Martí em Minas, Miriam Gontijo de Moraes e do Sindicato dos Engenheiros de Minas Gerais (Senge-MG), Paulo César Rodrigues
Fonte : site da CMBH

Cuba rejeita na ONU calúnias do governo norte-americano

HAVANA, Cuba, 27 maio (ACN) O Conselho de Segurança da ONU foi o marco escolhido por Cuba para denunciar e rejeitar mais uma vez a inclusão da ilha por parte dos Estados Unidos em uma lista de nações que, supostamente, auspiciam o terrorismo.

Abelardo Moreno, embaixador cubano no máximo órgão internacional, disse nesta quarta, que os pretextos usados pelos E.U. ao longo dos anos para isso, são torpes, pois é evidente a total falta de veracidade, objetividade e a impossibilidade de sustentá-los, reporta a PL desde Nova Iorque.

O representante de Cuba nas Nações Unidas denunciou que com a injustificável inclusão de Cuba nesse grupo, o novo governo dos E.U. nega a racionalidade política que proclama publicamente e segue os errôneos passos de seus predecessores.

Moreno sublinhou que a política irreprochável da Revolução cubana em relação ao terrorismo não admite questionamentos, nem dúvidas, muito menos provenientes de Washington.

É nos Estados Unidos e não em Cuba, onde atua impunemente uma máfia terrorista que já organizou, financiou e realizou centenas de atos de terrorismo contra a nação cubana.

Sem contar que esse país acolheu o conotado terrorista internacional Luis Posada Carriles, responsável, entre outros atos contra Cuba, da sabotagem em 1976 de um avião civil, que truncou a vida de 73 pessoas que viajavam a bordo.

Este sujeito trabalhou ao serviço da CIA na operação conhecida como Irã-Contras e na implementação do Plano Condor.

Depois, em 1997, preparou uma série de atos terroristas contra hotéis de Havana, que trouxe como resultado a morte em 2000 - na flor da idade - do turista italiano Fabio di Celmo, além do projeto de atentado contra o então presidente Fidel Castro na Universidade da Cidade do Panamá.

Em março de 2005, Posada Carriles, segundo dados do jornal Granma, entrou ilegalmente nos E.U. Só depois de reiteradas denúncias públicas que revelavam sua presença nesse território, o governo de George W. Bush procedeu a sua detenção e julgamento por delitos migratórios e de perjúrio, sem a menor alusão ao terrorismo.

O diplomata cubano disse que, se a nova administração norte-americana realmente deseja demonstrar seu compromisso com a luta antiterrorista, tem agora a oportunidade de atuar com firmeza e sem dupla moral.

Acrescentou que a atual administração estadunidense ainda deve fazer justiça e libertar, sem mais demora, os Ccnco lutadores antiterroristas cubanos que mantém como presos políticos desde faz mais de dez anos em cárceres de alta segurança.

Agência Cubana de Notícias