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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Nasce a CELAC - Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos


O nascimento da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac, anunciado para os próximos 02 e 03 de dezembro, será um espaço comum de acordo, baseado na complementariedade e integração regional.

O embaixador de Cuba na Venezuela, Rogelio Polanco, afirmou que a reunião fundacional, nos 2 e 3 de dezembro, que contará com a participação de 33 nações da área, mostra a vontade desses povos que se unem em um espaço comum onde poderão debater o genuíno de cada país.

"Até agora tinha-se progredido em outros esquemas, como no tema econômico, mas agora estamos avançando a espaços políticos porque a América Latina tem ainda muitas coisas a enfrentar", agregou.

Nesse sentido recordou que a América Latina está vivendo tempos novos e um claro exemplo disso é o aprofundamento das relações entre Venezuela e Colômbia, depois de uma reunião efetuada ontem entre esses territórios, na qual assinaram vários acordos para contribuir à integração, desenvolvimento econômico e social de ambos estados.

"A América Latina tem que enfrentar desafios novos. Nesta oportunidade realizar esta cúpula sob a liderança do presidente Hugo Chávez, com a revolução bolivariana é significativo para todos", afirmou Polanco.

Na sua opinião, a Venezuela tem sido um dos países que mais tem feito pela integração das regiões historicamente excluídas.

Insistiu na importância da unidade regional para encarar esses desafios globais, com projetos de caráter social e econômico, frente à crise alimentar, econômica e ambiental que envolve na atualidade os países desenvolvidos e da qual os subdesenvolvidos não ficam isentos.

O embaixador cubano reconheceu que haverá tentativas de debilitar esse processo de unidade e virão muitos desafios, "mas o importante é que tenhamos esse enfoque, o que não pode se impor é a linguagem das guerras e a confrontação porque somos uma zona de paz, livre de armas nucleares", disse.

Manifestou que enquanto em outros países pretendem acabar com o multilateralismo e impor uma agenda hegemônica contra outras nações, a América Latina precisa se unir para enfrentar esses desafios.

Indicou que o fato do nascimento da Celac ser nesta capital, tem uma grande importância por ser aqui onde surgiu a ideia da independência dos povos da América através do libertador Simón Bolivar.

"Fazê-lo em pleno espaço de Revolução Bolivariana e sob a liderança do presidente Hugo Chávez, tem grande simbolismo", concluiu.

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Fonte: Prensa Latina

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Cuba – muitas mudanças em 30 dias



Neste sábado, 05 de novembro, a partir das 10h, na Praça 7, centro de BH.


Todo dia 05 de cada mês, as pessoas que vivem em Belo Horizonte, que acreditam na paz mundial e na América Latina como um centro vivo e radiante de ideias, têm um compromisso de estar na Praça Sete apoiando a causa que é central na questão de Cuba – PEDIR LIBERDADE PARA OS 5 HERÓIS CUBANOS- presos injustamente nos EUA, cuja história está muito bem retratada no livro "Os últimos soldados da Guerra Fria", de Fernando Moraes.

No dia 05 de outubro passado, a Associação Cultural José Martí- MG estava presente no ponto mais popular da capital mineira. De lá para cá aconteceram os Jogos Pan-americanos em Guadalajara; a votação na Assembléia Geral da ONU contra o bloqueio econômico imposto a Cuba pelos EUA; a divulgação do ranking dos países conforme o Índice de Desenvolvimento Humano - IDH e a libertação de um dos cinco heróis cubanos, embora ele continue em liberdade vigiada nos EUA.

De Guadalajara, parte da imprensa ainda comemorava os últimos lugares de Cuba no início das competições, quando as medalhas começaram a aparecer. Não só voltou a ocupar o segundo lugar como ainda melhorou a posição em relação aos últimos jogos. A questão fica ainda mais evidente quando se divide o número de medalhas por habitante.

Agora, a grande goleada foi a votação na ONU sobre o bloqueio econômico que os EUA impõem a Cuba há 50 anos: 186 nações condenaram a continuidade desta medida, contra apenas dois que afirmaram a legitimidade do bloqueio: o próprio EUA e Israel, além de três abstenções. É o vigésimo ano que os EUA não respeitam a opinião dos países membros das Nações Unidas.

Também foram divulgados pelas Nações Unidas os dados do Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH, e enquanto o Brasil subiu uma posição e alcança o 84º lugar no ranking, Cuba está no 51º lugar. Nos últimos 5 anos, Cuba teve o segundo melhor rendimento do mundo, ultrapassando 10 outros países.

E, por fim, no dia 07 de outubro um dos cinco heróis cubanos, René Gonzaléz, depois de 13 anos encarcerado nos EUA, condenado por um juri da Flórida, conseguiu a sentença obrigando o governo norte-americano a liberta-lo. Ele já está solto, mas ainda não pode voltar a Cuba.

Por isso, neste sábado, 05 de novembro, junte-se a nós, na Praça 07 de Setembro, em BH, e venha bater papo, comemorar as conquistas, falar na tribuna, enfim, lutar por um mundo mais justo. Apesar do bloqueio, Cuba avança!

Saudações Martianas,
Nelson Dantas
Diretor Geral

ACJM-MG

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cuba é 2º entre aqueles que mais melhoram seus índices nos últimos 5 anos




Cuba mantêm a 51ª posição no ranking do IDH e a 2ª entre aqueles que mais melhoram seus índices nos últimos 5 anos.

O relatório do Desenvolvimento Humano 2011, divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), classifica Cuba em 51º lugar entre 187 países avaliados pelo índice.

Ocupa, ainda, a 2ª posição entre aqueles que mais melhoram seu índice nos últimos 5 anos, tendo avançado 10 posições, perdendo apenas para Hong Kong, que melhorou 14 posições e seguido da Venezuela, que melhorou 7 posições.

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Cuba é de 0,860, na escala que vai de 0 a 1, enquanto o do Brasil é de 0,718, o 84º colocado.
O índice é usado como referência da qualidade de vida e desenvolvimento sem se prender apenas em índices econômicos.

De acordo com as Agências, a metodologia usada pelo Pnud para definir o IDH passou por mudanças desde o relatório divulgado em novembro de 2010. O índice que se baseia em dados como a expectativa de vida, a escolaridade, a expectativa de escolaridade e a renda média mudou a fonte de alguns dos dados usados na comparação. A expectativa é ter os mais recentes dados comparáveis entre os diferentes países.

Fonte: Solidários e G1