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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Granma homenageia Sócrates : Gracias Doctor !


Rebelde por natureza e politicamente alinhado à esquerda, Sócrates sempre expôs seu ponto de vista sobre questões polêmicas do futebol, do Corinthians, clube com o qual é identificado, e, claro, do Brasil.

Jogador raro não apenas por seu talento, mas também pelo seu espírito notoriamente contestador num meio, o futebol, marcado por extremo conservadorismo e subserviência dos jogadores em relação a ações questionáveis da cartolagem que tomou conta do esporte nas últimas décadas, ele foi um dos responsáveis pela democratização das instituições no país.

Não foi á-toa, que a edição de hoje, do jornal o Grahmna, órgão do Partido Comunista de Cuba, trouxe a notícia do falecimento do jogador, para quem Cuba, em entrevista concedida ao jornal Folha de S. Paulo," Ditadura não é tempo de serviço, necessariamente é qualidade de serviço. Em Cuba, o povo participa de tudo, em cada quarteirão. E aqui? Pra quem você reclama? Você vota e não tem pra quem reclamar”
Sobre Cuba e Fidel Castro, em 2011, à "Folha de S. Paulo"

A seguir, na integra, o que foi publicado, nesta segunda-feira, 05 de dezembro, no Granma :

BRASÍLIA -
Todos los estadios de Brasil cumplieron un minuto de silencio o aplausos durante la última jornada del Campeonato Nacional de Fútbol en memoria del exjugador y médico Sócrates, fallecido la madrugada del domingo, a los 57 años, por una infección intestinal. Los jugadores del Corinthians, además, le consagraron su quinto título con el puño derecho en alto, tal como hacía para festejar sus goles el célebre capitán de la canarinha en los Mundiales de España’82 y México’86.

Mientras, la presidenta Dilma Rousseff y su antecesor Luiz Inácio Lula da Silva lamentaron la pérdida de un "ejemplo de ciudadanía, inteligencia y conciencia política" antes de concluir con la frase que más se repitió ayer en todo Brasil: "Gracias, Doctor".

Según un reporte de la BBC, probablemente, la mayoría de los futbolistas de su edad nombrarían a Pelé o a Garrincha como sus ídolos. Sócrates tenía a otros en la lista. Entre sus héroes estaban Fidel Castro y Ernesto Che Guevara, los hombres que lideraron la Revolución cubana y el ex Beatle y activista por la paz John Lennon. Como el trío anterior, Sócrates participó en la actividad política, pues sentía que era una obligación hacerlo.



Fontes : IG e http://www.granma.cubaweb.cu/2011/12/05/deportes/artic03.html

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